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Matrix enviando mensagens para serem codificadas

INFORMAÇÃO, DECISÃO E ATITUDE 

Posted on 27 de janeiro de 2026

Informação é o que dá forma e guia uma ação.

Imagine que você se depara com uma floresta escura e misteriosa. Os cinco sentidos captam as informações possíveis, e o cérebro faz um cálculo, misturando e relacionando tudo o que captamos, relaciona com informações antigas e, a partir daí, tomamos uma decisão: ou atravessamos ou desviamos.

Podemos decidir que se trata de uma floresta mal-assombrada. Essa crendice é uma informação cultural que pode ser quebrada mediante o enfrentamento e uma investigação mais atenta. Nossa capacidade de ação melhora quando identificamos as origens das informações que estão nos impulsionando.

Uma circunstância comum a todos é a de criticar atitudes alheias. A ação de criticar é uma decisão que é tomada por conta de algumas informações que vieram de algum lugar. A ideia é que, ao detectarmos e apontarmos os erros, seja no indivíduo ou na sociedade como um todo, estaríamos facilitando o caminho para resolver questões problemáticas.

Uma “informação” que parece coerente. Descortinar o mal para que ele seja solucionado. Eis uma informação que gera uma série de atitudes e alguns resíduos problemáticos, como o ressentimento.

Quando sou criticado, não gosto, não assumo meu erro e direciono minha energia para rebater quem me criticou. Indivíduos fazem isso, grupos e nações também.

Mas você lembra de como é difícil expor suas virtudes?

Quando tentamos ser autênticos, fazer perguntas sinceras, mostrar nossos trabalhos, somos alvo de uma série de críticas. Grande parte das pessoas acaba escondendo suas virtudes em meio aos medos e receios. É mais difícil descortinar o bem do que o mal.

Sabendo como é difícil mostrar nossas coisas boas, como ainda podem acreditar que apontar o dedo para os erros e criticar tropeços seria uma contribuição para resolver os problemas? O resultado não seria um “Estado Burocrático de Acusações”?

O lado bom da vida é algo que pode ser elevado e descortinado dentro do ser humano. Os problemas, os traumas e seus respectivos efeitos espirituais, psicológicos e físicos não precisam fazer parte do nosso julgamento cotidiano.

Precisamos investigar a doença mesmo já sabendo onde está a cura? Precisamos investir no entendimento do mal mesmo sabendo que é o bem que cura qualquer doença?

Pense em dietas, métodos, trabalho, amizade, família. Toda dor pode ser resolvida com algum tipo de “medicamento”, mas a cura só irá surgir com o bem sendo praticado. Alimentação, organização, sono, amigos, família e Deus. A cura é, inclusive, o caminho mais fácil.

Um texto, um filme, uma conversa que se atenha a buscar as virtudes escondidas de um homem, aquelas que se perderam em meio às ideias do mundo, já terá cumprido o seu papel. Muitos artistas atuais acreditam que precisam denunciar os erros e chocar a paisagem social para que, a partir dessa descoberta ou desse descortinar, soluções sejam tomadas.

Não se trata de negar o erro. Trata-se de se dedicar a encontrar a energia que pode corrigi-lo. Afinal de contas, é mais fácil enxergar um cisco no olho de um amigo do que uma trave no meio da minha cabeça. Da mesma forma que enxergamos o cisco, podemos enxergar uma fagulha de luz no fundo da alma do amigo, que ele não tem conseguido perceber.

Exaltar o que há de bom nos homens antes de apontar o que há de mal. Podemos utilizar um princípio de publicidade: o que ganha mais atenção se mantém vivo. Se olharmos para as fagulhas do bem, em vez das sombras do mal, teremos uma fogueira iluminando e superando qualquer escuridão, vencendo qualquer doença.

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