A mente é a terra do invisível, e é lá onde repousa o nosso espírito. É da mente que surgem as ordens e os impulsos de agir, de fazer, de prosseguir ou de desistir. Essas ordens são o fruto de sementes plantadas no campo invisível: ideias, conceitos e palavras que circulam em nossa cabeça fazendo conexões e que germinam em forma de decisões sobre como agir.
Parece até lógico, mesmo considerando que a lógica não seja tudo, que, quanto melhor informarmos a nossa mente, melhores serão também as nossas ações.
A tarefa de colecionar inputs, catalogá-los, organizá-los e descartá-los quando necessário parece ser um chamado ao movimento constante para garantir a saúde do nosso corpo, da mente e do espírito.
Se tudo de que dispomos e fazemos é fruto de uma ideia plantada na terra da nossa mente, os nutrientes dessa ideia são as palavras.
Elas são a ponte que transporta o que pensamos para o que fazemos. As palavras sustentam esse vai e vem humano que passa do espírito para a mente e se concretiza nas ações que as próprias mãos executam para que todos vejam.
Fica implícito, também, que o que os outros veem é passível de engenharia reversa e pode nos guiar até a fonte das ações. Ou seja: pode-se investigar a semente que foi plantada, cultivada e que germinou em forma de ação.
Que reflexão profunda e necessária! Gostei especialmente dessa conexão entre o que cultivamos na mente e o que expressamos por meio das nossas escolhas e atitudes. No fundo, a coerência também passa por isso: aproximar o que pensamos, o que dizemos e o que fazemos. E tudo começa pelo que escolhemos alimentar dentro de nós. Muito bom!